Jihad em um Shoping do
Quênia
Jihadistas do grupo islâmico somali al Shabaab promoveram uma chacina em um
shoping em Narobi, capital do Quênia. Pelas últimas contas, mais de 60 mortos e 70 desaparecidos.
Os jihadistas aplicaram a doutrina islâmica ao pé da letra. Os assassinos
usaram uma oração muçulmana para distinguir os muçulmanos dos não-muçulmanos
(provavelmente a Shahada). Quem rezasse a oração estava livre. Quem não
rezasse era morto no ato.
Uma testemunha disse “Eles não estavam falando Swahili (o idioma do
Quênia). Eles falavam algo que parece ser árabe ou somali”.
A imagem mostra um casal morto a tiros pelos pistoleiros muçulmanos na praça de
alimentação. Eles passaram os seus últimos momentos abraçados.
A imagem também mostra a fonte de inspiração para este ATO DE AMOR A ALÁ:
“Mate-os onde quer que você os encontre (Alcorão 9:5)”
Isso não se tratou de um protesto. Isto foi sobre matar não-muçulmanos.Essa é a real intenção de cada ataque terrorista islâmico.
Uma testemunha disse que os atacantes liberaram pessoas que foram capazes de provar que podiam rezar em árabe.
“Vi algumas pessoas se levantarem e dizerem algo em árabe e os homens armados a deixaram ir.”
“Um colega meu disse que ele era muçulmano. Ele recitou algo em árabe e os terroristas o deixaram ir tambem.”
“Eu vi um monte de crianças e idosos sendo mortos a tiros.”
“Eu não entendo por que alguém iria atirar em uma criança de cinco anos de idade.”
Porque a criança era um não-muçulmano.
É pela mesma razão que os nazistas mataram crianças de cinco anos de idade. Islão é inerentemente tribal. É sobre ou escravizar os que estão de fora, ou matá-los se eles resistem.
Os não-muçulmanos não são pessoas. Assim, os muçulmanos os matam. É simples assim. A Shahada, que os terroristas muçulmanos, sem dúvida pediram para os reféns recitarem, é “Não há outro deus senão Alá, e Maomé é o mensageiro de Alá.”
Ou você acredita nisso. Ou eles matam você.
Esse é o choque de civilizações, resumido em um momento sangrento.
E é também interessante ressaltar que os terroristas se referiam aos reféms como “os cristãos.” Isso é importante pois ressalta quem eles vêm como inimigos, e que eles não fazem distinção entre cristãos, agnósticos, ateus, etc.
O Quênia é 87% cristão.
Jihad no Quênia: Terroristas muçulmanos estavam “vestidos como mulheres”
Advinha se os terroristas usavam perucas loiras, biquínis ou burkas? Eu aposto que eles usavam o traje islâmico, que é inerentemente ofensivo e misógino, e, mais do que nunca, também é uma questão de segurança. O que você diria? É claro que o artigo da SkyNews não explica o que “vestidos como mulheres” significa. Os reporteres não querem “ofender sensibilidades” ou pior, parecerem como sendo “islamófobos”.
Em qualquer caso, a vestimenta que parece como um “caixão de pano,” totalmente velada, deve ser proibida, no interesse da segurança das pessoas de boa-vontade.
Tragédia do arquiteto britânico que embalou sua mulher grávida em seus braços enquanto eles morriam após serem sidos baleados
Existem imagens que são chocantes demais. Uma delas mostra Briton Ross Langdon, arquiteto britânico, abraçando a sua mulher Elif Yavuz, grávida de 8 meses e meio, os dois mortos na praça de alimentação, com comida espalhada por todos os lados, sobre uma poça de sangue (foto acima). Elif era especialista em malária e trabalhava no Quênia pela Fundação Clinton. Eles foram mortos em nome de uma ideologia supremacista perversa e cruel (DailyMail).
Elif Yavuz e o ex-presidente
Bill Clinton
Jihadistas de toda a parte do mundo participaram da carnificina
A jihad é global e os “guerreiros sagrados” (mujahadin)
agora vêm de todo o lado. A organização terrorista al Shabaab divulgou,
orgulhosamente, o nome daqueles que participaram da chacina. Aparentemente, um dos líderes dos mujahadin
era Samantha Lewthwaite,
conhecida como a “viúva branca.” De
fato, testemunhas dizem terem visto uma mulher branca vestindo um véu negro
dando ordens, em árabe, para os homens armados.
O caso de Samantha Lewthwaite é mais um exemplo da jihad
interior, a transformação que uma pessoa sofre ao se juntar ao islão:
transformação de uma pessoa pacífica em um terrorista. Ela se casou com Lindsay
Jermaine, um dos terroristas que participaram dos atentados em Londres, em 7 de
julho de 2005. Lindsay morreu durante esta operação de jihad.
Samantha Lewthwaite foi detida, mas acabou sendo solta e vivendo
na Inglaterra até 2009, quando ela desapareceu. Ela reapareceu no Quênia. Em
2011 ela começou a ser procurada pela polícia do Quênia sob a acusação de
participar em uma conspiração para explodir um hotel. Aparentemente, ela fugiu
para a Somália (DailyMail).
Ela voltou a Nairóbi para este seu ultimo ato de amor a Alá.
Samantha Lewthwaite se casou, contra a
vontade da família, com Lindsay Jermaine
em 2002, apenas algumas semanas após eles terem se conhecido
Segundo a al Shabaab, os terroristas
incluiam homens, em seus 20 anos, oriundos
dos EUA, Canadá, Londres, Finlândia e Somália.
Primeiro Ministro Britânico diz que ataque não tem nada relacionado ao
islão
Enquanto que o mundo islâmico está mudo com o que
aconteceu no shoping em Nairobi, no Quênia, políticos no Ocidente correm para
defender o islão. Porque isso? Bem, no caso da Grã Bretanha, os árabes estão
comprando tudo, de tal modo, que passou a ser um defensor dos interesses árabes
e não dos valores britânicos. O Primeiro
Ministro havia dito anteriormente que “é a corrente principal da Grã Bretanha que
precisa se integrar mais com o modo de vida islâmico do que o contrário” (FrontPage).
A carnificina foi precedida de tortura
O
nível de crueldade é inimaginável. Ele começa a subir à tona agora que o ataque
terrorista acabou. O que se vê é revoltante. Os soldados quenianos afirmam encontrar
cenas de tortura cometida pelos
terroristas no shopping. “Olhos arrancados, corpos pendurados em ganchos, e dedos removido com o
alicate.” Eles dizem que crianças
foram encontradas mortas em
frigoríficos de alimentos com
facas ainda em seus corpos, e que
homens foram castrados e tiveram
seus dedos removidos. Essas
são punições islâmicas!
A maioria dos terroristas derrotados, por
sua vez, teriam sido descobertos “queimados
até as cinzas“, incendiados pelos últimos extremistas
vivos, em uma tentativa de esconder as suas identidades.
As vítimas ainda desaparecidas podem estar sob os
escombros do shoping.
Ontem, soldados
e médicos que estavam entre as primeiras pessoas que entraram no shopping
depois dele ter sido recuperado na terça-feira, falaram sobre as cenas horripilantes.
“Você encontra pessoas com ganchos pendurados no teto“,
disse um médico queniano, que
pediu para não ser identificado.
“Eles removeram os olhos,
ouvidos, nariz. Eles pegavam a sua mão
e a apontava como
um lápis, para, em seguida, eles dizerem para a vítima
escrever o seu nome com o sangue.
Eles enfiavam facas dentro do corpo das crianças.
“Na verdade, se você olhar para
todos os corpos, a não ser que
aqueles que fugiam,
os dedos foram cortados por um alicate, os narizes foram
arrancados por um alicate.
Aqui existiu dor.“
Um soldado, que tirou fotos disse
que ficou tão traumatizado com o que viu,
ele teve que procurar aconselhamento. (DailyMail)
A descrição me faz lembrar de Beslan, o
ataque islâmico que aconteceu na Rússia 9 anos atrás. O que será que os
terroristas de Beslan têm em comum com os terroristas de Naoróbi? A reposta é
composta por duas palavras. A primeira palavra é “is”; a segunda palavra é “lão.”
A foto mostra o
rescaldo no Westgate Shopping
Mall, onde o telhado do parque de estacionamento desabou esmagando três andares
Lembrete: o objetivo da al Shabbab é a implementação lei islâmica!
Isso não se tratou de um protesto. Isto foi sobre matar não-muçulmanos.Essa é a real intenção de cada ataque terrorista islâmico.
Uma testemunha disse que os atacantes liberaram pessoas que foram capazes de provar que podiam rezar em árabe.
“Vi algumas pessoas se levantarem e dizerem algo em árabe e os homens armados a deixaram ir.”
“Um colega meu disse que ele era muçulmano. Ele recitou algo em árabe e os terroristas o deixaram ir tambem.”
“Eu vi um monte de crianças e idosos sendo mortos a tiros.”
“Eu não entendo por que alguém iria atirar em uma criança de cinco anos de idade.”
Porque a criança era um não-muçulmano.
É pela mesma razão que os nazistas mataram crianças de cinco anos de idade. Islão é inerentemente tribal. É sobre ou escravizar os que estão de fora, ou matá-los se eles resistem.
Os não-muçulmanos não são pessoas. Assim, os muçulmanos os matam. É simples assim. A Shahada, que os terroristas muçulmanos, sem dúvida pediram para os reféns recitarem, é “Não há outro deus senão Alá, e Maomé é o mensageiro de Alá.”
Ou você acredita nisso. Ou eles matam você.
Esse é o choque de civilizações, resumido em um momento sangrento.
E é também interessante ressaltar que os terroristas se referiam aos reféms como “os cristãos.” Isso é importante pois ressalta quem eles vêm como inimigos, e que eles não fazem distinção entre cristãos, agnósticos, ateus, etc.
O Quênia é 87% cristão.
Jihad no Quênia: Terroristas muçulmanos estavam “vestidos como mulheres”
Advinha se os terroristas usavam perucas loiras, biquínis ou burkas? Eu aposto que eles usavam o traje islâmico, que é inerentemente ofensivo e misógino, e, mais do que nunca, também é uma questão de segurança. O que você diria? É claro que o artigo da SkyNews não explica o que “vestidos como mulheres” significa. Os reporteres não querem “ofender sensibilidades” ou pior, parecerem como sendo “islamófobos”.
Em qualquer caso, a vestimenta que parece como um “caixão de pano,” totalmente velada, deve ser proibida, no interesse da segurança das pessoas de boa-vontade.
Tragédia do arquiteto britânico que embalou sua mulher grávida em seus braços enquanto eles morriam após serem sidos baleados
Existem imagens que são chocantes demais. Uma delas mostra Briton Ross Langdon, arquiteto britânico, abraçando a sua mulher Elif Yavuz, grávida de 8 meses e meio, os dois mortos na praça de alimentação, com comida espalhada por todos os lados, sobre uma poça de sangue (foto acima). Elif era especialista em malária e trabalhava no Quênia pela Fundação Clinton. Eles foram mortos em nome de uma ideologia supremacista perversa e cruel (DailyMail).
Bill Clinton
Jihadistas de toda a parte do mundo participaram da carnificina
agora vêm de todo o lado. A organização terrorista al Shabaab divulgou,
orgulhosamente, o nome daqueles que participaram da chacina. Aparentemente, um dos líderes dos mujahadin
era Samantha Lewthwaite,
conhecida como a “viúva branca.” De
fato, testemunhas dizem terem visto uma mulher branca vestindo um véu negro
dando ordens, em árabe, para os homens armados.
interior, a transformação que uma pessoa sofre ao se juntar ao islão:
transformação de uma pessoa pacífica em um terrorista. Ela se casou com Lindsay
Jermaine, um dos terroristas que participaram dos atentados em Londres, em 7 de
julho de 2005. Lindsay morreu durante esta operação de jihad.
na Inglaterra até 2009, quando ela desapareceu. Ela reapareceu no Quênia. Em
2011 ela começou a ser procurada pela polícia do Quênia sob a acusação de
participar em uma conspiração para explodir um hotel. Aparentemente, ela fugiu
para a Somália (DailyMail).
Ela voltou a Nairóbi para este seu ultimo ato de amor a Alá.
vontade da família, com Lindsay Jermaine
em 2002, apenas algumas semanas após eles terem se conhecido
incluiam homens, em seus 20 anos, oriundos
dos EUA, Canadá, Londres, Finlândia e Somália.
Primeiro Ministro Britânico diz que ataque não tem nada relacionado ao
islão
aconteceu no shoping em Nairobi, no Quênia, políticos no Ocidente correm para
defender o islão. Porque isso? Bem, no caso da Grã Bretanha, os árabes estão
comprando tudo, de tal modo, que passou a ser um defensor dos interesses árabes
e não dos valores britânicos. O Primeiro
Ministro havia dito anteriormente que “é a corrente principal da Grã Bretanha que
precisa se integrar mais com o modo de vida islâmico do que o contrário” (FrontPage).
nível de crueldade é inimaginável. Ele começa a subir à tona agora que o ataque
terrorista acabou. O que se vê é revoltante. Os soldados quenianos afirmam encontrar
cenas de tortura cometida pelos
terroristas no shopping. “Olhos arrancados, corpos pendurados em ganchos, e dedos removido com o
alicate.” Eles dizem que crianças
foram encontradas mortas em
frigoríficos de alimentos com
facas ainda em seus corpos, e que
homens foram castrados e tiveram
seus dedos removidos. Essas
são punições islâmicas!
sua vez, teriam sido descobertos “queimados
até as cinzas“, incendiados pelos últimos extremistas
vivos, em uma tentativa de esconder as suas identidades.
escombros do shoping.
e médicos que estavam entre as primeiras pessoas que entraram no shopping
depois dele ter sido recuperado na terça-feira, falaram sobre as cenas horripilantes.
“Você encontra pessoas com ganchos pendurados no teto“,
disse um médico queniano, que
pediu para não ser identificado.
“Eles removeram os olhos,
ouvidos, nariz. Eles pegavam a sua mão
e a apontava como
um lápis, para, em seguida, eles dizerem para a vítima
escrever o seu nome com o sangue.
Eles enfiavam facas dentro do corpo das crianças.
“Na verdade, se você olhar para
todos os corpos, a não ser que
aqueles que fugiam,
os dedos foram cortados por um alicate, os narizes foram
arrancados por um alicate.
Aqui existiu dor.“
Um soldado, que tirou fotos disse
que ficou tão traumatizado com o que viu,
ele teve que procurar aconselhamento. (DailyMail)
ataque islâmico que aconteceu na Rússia 9 anos atrás. O que será que os
terroristas de Beslan têm em comum com os terroristas de Naoróbi? A reposta é
composta por duas palavras. A primeira palavra é “is”; a segunda palavra é “lão.”
rescaldo no Westgate Shopping
Mall, onde o telhado do parque de estacionamento desabou esmagando três andares